Ultimamente nada do que faço tem justificação, são coisas sem sentido .. coisas essas que na altura me parecem bem e me apetecem, fazem-me sentir completa.
Mas a verdade é que no fundo estou perdida, sem rumo. Preciso de ti, apesar de saber que já não és meu.
No final vem o arrependimento, a dor e a certeza que me ando a magoar a mim mesma e aqueles que estão à minha volta.
Perdi o controlo da minha felicidade, já não sei o que me faz bem. Só sei que tenho que parar com tudo o que ando a fazer e deixar de magoar quem realmente gosta de mim, mas principalmente deixar de me magoar a mim mesma!
meias palavras
Relei-o tudo aquilo que escrevi em tempos, e como mudei. Duas identidades, uma diferente da outra, mas que noutros caminhos, já colidiram. Uma delas, com o rancor na consciência, a saudade no coração e a esperança no sorriso. A outra ? essa foi vitima da sua própria inocência e não soube abrir os seus pequenos olhos, uma alma desatenta que, sem se aperceber, vincou todos estes trajectos indefiníveis que agora percorro.
(Contudo, toda eu tenho vontade de voltar...de me revestir das minhas origens. Aquelas que me são tão queridas e que me vestem como ninguém)
ausência
Estive ausente, e nem notei, confesso. Parece que o tempo voa e eu fico retida nele, onde quer que ele esteja. É com algum desapego que venho aqui hoje, sinto-me estranha neste espaço, neste ou em qualquer outro, mas quero adaptar-me de novo.
Não me julguem, não me culpem, apenas leiam ...
Não me julguem, não me culpem, apenas leiam ...
Subscrever:
Comentários (Atom)

