Relei-o tudo aquilo que escrevi em tempos, e como mudei. Duas identidades, uma diferente da outra, mas que noutros caminhos, já colidiram. Uma delas, com o rancor na consciência, a saudade no coração e a esperança no sorriso. A outra ? essa foi vitima da sua própria inocência e não soube abrir os seus pequenos olhos, uma alma desatenta que, sem se aperceber, vincou todos estes trajectos indefiníveis que agora percorro.
(Contudo, toda eu tenho vontade de voltar...de me revestir das minhas origens. Aquelas que me são tão queridas e que me vestem como ninguém)
