Talvez tenha sido por desespero de escrevinhar tudo aquilo que guardo em mim que redescobri o meu adorado blog, que em outrora fora o meu companheiro em noites que a cama denunciava a sua frieza.
Relei-o tudo aquilo que escrevi em tempos, e como mudei. Duas identidades, uma diferente da outra, mas que noutros caminhos, já colidiram. Uma delas, com o rancor na consciência, a saudade no coração e a esperança no sorriso. A outra ? essa foi vitima da sua própria inocência e não soube abrir os seus pequenos olhos, uma alma desatenta que, sem se aperceber, vincou todos estes trajectos indefiníveis que agora percorro. 
(Contudo, toda eu tenho vontade de voltar...de me revestir das minhas origens. Aquelas que me são tão queridas e que me vestem como ninguém)

ausência

Estive ausente, e nem notei, confesso. Parece que o tempo voa e eu fico retida nele, onde quer que ele esteja. É com algum desapego que venho aqui hoje, sinto-me estranha neste espaço, neste ou em qualquer outro, mas quero adaptar-me de novo. 
Não me julguem, não me culpem, apenas leiam ...